A classificação do Botafogo diante do Bangu era mais do que obrigação para o time da estrela solitária.
Convenhamos, o Bangu não tinha as mínimas condições de estar disputando esta semi-final.
Muitas coincidências aconteceram para que o time de Moça Bonita e do Presidente da FERJ, Rubens Lopes, chegasse até aqui.
Apesar de achar que o Botafogo continua abusando das bolas aéreas, foi um massacre total durante todo o jogo.
E que o Botafogo pare com essa mania de complicar jogos fáceis.
24 de abr. de 2012
20 de abr. de 2012
Só valeu pela vaga
Foi triste, pra não dizer outra coisa, o futebol do Botafogo na partida contra o Guarani.
O Botafogo entrou em campo achando que já estava classificado e só estava ali por obrigação.
O time errava passes demais e implorava pra tomar um gol.
E uma coisa que me impressionou negativamente foi que, na volta do intervalo, a repórter perguntou ao Fellype Gabriel quais tinham sido as instruções no vestiário.
Ele respondeu: "...é pra gente continuar jogando do mesmo jeito..."
Mas, como assim?
Não posso acreditar que tenha sido falado isso no vestiário. E se foi mesmo dito isso, as ordens foram muito bem cumpridas.
Pro jogo de hoje cabia tranquilamente o slogan do Tiririca nas eleições: "Pior do que tá não fica"
Já vimos esse filme várias vezes e estava certo de que hoje iria se repetir. O Bugre fazendo 1x0 e aquele sofrimento até o apito final.
Mas sorte nossa que a incompetência do Guarani foi maior que a preguiça do Botafogo.
O Botafogo entrou em campo achando que já estava classificado e só estava ali por obrigação.
O time errava passes demais e implorava pra tomar um gol.
E uma coisa que me impressionou negativamente foi que, na volta do intervalo, a repórter perguntou ao Fellype Gabriel quais tinham sido as instruções no vestiário.
Ele respondeu: "...é pra gente continuar jogando do mesmo jeito..."
Mas, como assim?
Não posso acreditar que tenha sido falado isso no vestiário. E se foi mesmo dito isso, as ordens foram muito bem cumpridas.
Pro jogo de hoje cabia tranquilamente o slogan do Tiririca nas eleições: "Pior do que tá não fica"
Já vimos esse filme várias vezes e estava certo de que hoje iria se repetir. O Bugre fazendo 1x0 e aquele sofrimento até o apito final.
Mas sorte nossa que a incompetência do Guarani foi maior que a preguiça do Botafogo.
16 de abr. de 2012
Pro gasto
Só assisti aos melhores momentos do jogo contra o Boavista.
Deu pra perceber que o time não foi bem e só chegou com perigo nas bolas aéreas.
O time entrou em campo com vários reservas e o Osvaldo surpreendeu ao escalar o jovem Jádson como titular, que, por sinal, recebeu elogios do treinador, juntamente com Brinner e Renan Lemos.
Oportunidades como esta deveriam ter ocorrido com mais frequência no campeonato.
Agora que só teremos jogos decisivos isso certamente não irá acontecer.
E contra o Bangu...só espero que o Botafogo não botafogueie.
Deu pra perceber que o time não foi bem e só chegou com perigo nas bolas aéreas.
O time entrou em campo com vários reservas e o Osvaldo surpreendeu ao escalar o jovem Jádson como titular, que, por sinal, recebeu elogios do treinador, juntamente com Brinner e Renan Lemos.
Oportunidades como esta deveriam ter ocorrido com mais frequência no campeonato.
Agora que só teremos jogos decisivos isso certamente não irá acontecer.
E contra o Bangu...só espero que o Botafogo não botafogueie.
15 de abr. de 2012
Será que um dia seremos assim?
O time já eliminado na Libertadores e a torcida tem um comportamento desse. Enquanto por aqui nossa impaciente torcida não perde a mania de jogar contra.
14 de abr. de 2012
Registro
Um absurdo não estar em cartaz em nenhum cinema de Florianópolis o filme sobre Heleno de Freitas.
Uma bola fora e um retrocesso essa falta de apoio ao cinema nacional.
Fica o registro.
Uma bola fora e um retrocesso essa falta de apoio ao cinema nacional.
Fica o registro.
Os reservas
Adoro os campeonatos europeus e assisto a vários jogos toda semana. Principalmente o futebol inglês e o espanhol e, um pouco menos, o futebol italiano.
Uma coisa que me chama bastante a atenção é o revezamento na escalação dos times durante a temporada.
A prioridade obviamente começa pelos torneios internacionais, seguido pelo campeonato nacional e por último as copas nacionais. Dificilmente se vê um time jogando com a mesma formação por três ou mais jogo seguidos.
Aqui no Brasil muita gente acha que os times daqui também deveriam utilizar essa estratégia, principalmente, porque nosso calendário é horrível, o que faz com que percamos muitos jogadores por lesão devido a grande quantidade de jogos.
Porém, percebo que muitos daqueles que defendem que se faça isso no Brasil criticam quando os técnicos o fazem. Isso inclui tanto gente da imprensa quanto os torcedores.
Agora, falando especificamente sobre o Botafogo, acho que o Osvaldo tem feito pouco isso. Principalmente nos setores em que o nosso elenco é mais carente.
O setor defensivo é o que sofreu o maior desgaste na temporada e acho que não há a necessidade disso ocorrer.
O campeonato carioca poderia ter sido muito mais útil do que foi para a observação e acompanhamento de vários jogadores do elenco.
Um dos mais criticados, mas que até hoje não teve oportunidade de jogar continuamente, é o Felipe Menezes. Acho injustas as críticas. Primeiro o jogador deve ter uma sequência de jogos pra ver realmente do que é capaz. Não adianta colocar o cara todos os jogos por quinze minutos e querer que ele arrebente.
Isso serve para todos os jogadores.
Muitos vão dizer que tem que manter o mesmo time para ganhar entrosamento. Mas em muitos jogos na temporada o time que vai à campo não é o chamado "time titular". E na hora que isso acontece, o reserva tem que estar com ritmo de jogo para manter o nível da equipe. E ritmo e jogo só se obtém jogando.
Não havia necessidade de desgastar os titulares fisicamente em um campeonato tão fraco tecnicamente quanto o carioca.
E agora na última rodada o Osvaldo vai colocar Brinner, Renan Lemos e Lucas Zen somente porque os titulares estão pendurados.
Ora, então se não estivessem pendurados, os titulares jogariam?
Tá errado.
Tem que dar ritmo de jogo aos reservas e poupar fisicamente os titulares.
Vai que acontece de uns dos zagueiros serem expulsos na semi-final e o Botafogo se classifica. O Brinner entra pra jogar uma decisão com que ritmo de jogo? Com que entrosamento?
Aí o jogador vai mal na partida, se queima e corremos o risco de perder um bom jogador pela falta de um planejamento adequado.
O futebol brasileiro tem que evoluir muito em relação a isso.
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